quarta-feira, 29 de abril de 2020

Curiosidades

Só para você ter ideia, a quantidade de material radioativo liberado na explosão de Chernobyl foi pelo menos 100 vezes maior do que o material liberado nas explosões em Hiroshima e Nagasaki, durante o final da Segunda Guerra Mundial. A seguir, confira mais algumas curiosidades sobre o grande desastre de Chernobyl: 
1.      O acidente em Chernobyl é o único que atingiu o nível 7 na Escala Internacional de Eventos Nucleares, o que o torna o maior acidente provocado pelo homem em toda a História.
2.      Para conter a situação, cerca de 800 mil pessoas se arriscaram e acabaram se expondo à radiação. Dessas pessoas, 25 mil morreram e 70 mil ficaram com sequelas graves.
3.      Existem planos de usar as regiões ao redor do acidente para atividades que envolvam estudos sobre lixo radioativo e a interferência desse material em áreas naturais.
4.      Todas as residências renovadas de Chernobyl hoje têm uma placa com o nome de seus proprietários.
5.      A cidade mais próxima, Pripyat, foi evacuada apenas dois dias depois do desastre. Nesse tempo, as pessoas que viviam ali ficaram expostas a altos níveis de radiação.
6.      As mulheres grávidas que estavam na região do acidente foram orientadas a realizarem abortos, para que seus filhos não nascessem com graves problemas de má formação. 
7.      A Bielorrússia teve 70% de seu território contaminado devido ao acidente nuclear de Chernobyl. E todo o material radioativo do acidente, 97% continua no local.
8.      Segundo a comissão do Fórum de Chernobyl, espera-se que mais 9 mil pessoas ainda morram de câncer em decorrência da exposição radioativa.
9.      O último reator de Chernobyl foi desligado há apenas 14 anos.
10.  Especialistas afirmam que a região vai levar pelo menos mais 100 anos até ser considerada livre de poluição radioativa.
Aluna: Gleiciane dos Santos de Araújo.

Finalidades da usina nuclear

A construção desta usina teve como estratégia sua localização geográfica para beneficiar a União Soviética, e além de oferecer energia para cidades industriais e residenciais. A fabricação de bombas nucleares era o aspecto mais sombrio da usina, já que o contexto geopolítico neste período tornava indispensável à produção e a corrida armamentista entre duas potências: EUA e URSS. Na segunda guerra mundial os EUA detonaram duas bombas atômicas nas cidades japonesas de: Hiroshima e Nagasaki. Essa arma fez com que vários cientistas soviéticos voltassem seu trabalho para a força do átomo, esse esforço representava o orgulho tecnológico que uma sociedade socialista podia criar. Em 1942 a URSS deu início ao programa nuclear soviético, com seus engenheiros apelidados de especialistas vermelhos pelos engenheiros ocidentais. Esses cientistas soviéticos conheciam e dominavam o desenvolvimento e construção de bombas nucleares, mas a questão das usinas estava atrasada em comparação ao ocidente, já que a preocupação naquele momento era a produção do plutônio. A construção de uma bomba nuclear que os soviéticos desejavam tinha como principal combustível o plutônio, que pode ser produzido apenas artificialmente.
Era necessária a produção em grande escala para desenvolver reatores específicos para fabricação deste elemento químico. Esse processo gera energia térmica, antes de se pensar em usinas para produção de energia elétrica esse calor resultante da transformação de urânio em plutônio causava dor de cabeça aos pesquisadores. “A quantidade imensa de calor que produziam era tida como inconveniente pelos projetistas” (HAWKES et al., 1986, p. 36). Os locais de produção eram semelhantes às usinas nucleares, existindo barras de contenção para controlar nêutrons, água ou gás, chamados de refrigerante, para a refrigeração que se torna vapor, com os mesmos princípios de usinas termoelétricas que utilizam o vapor para girar turbinas e produzir energia elétrica, com algumas vantagens, e uma delas era em quantidade de combustível utilizado. “A energia contida em um quilo de urânio utilizado em um reator, quando liberada, equivale à fornecida pela quantidade de 3.000 toneladas de carvão em usina convencional” (HAWKES et al., 1986, p. 34). A produção de energia foi uma consequência das pesquisas para desenvolvimento de armas nucleares, e isso aconteceu em todos os países que fizeram instalação e tais usinas. 
            A forma com que este projeto era visto pelo ocidente refere-se a mentalidade discriminatória pelo regime adotado na URSS. Alguns pesquisadores como Michele Lee e Oliver MacDonald examinaram a engenharia empregada na usina de Chernobyl. Em entrevista concedida para revista New Left Review de maio/junho de 1986 esses pesquisadores não atacam a usina ou o projeto, mas explicam de forma racional vários pontos que naquele momento ainda era uma dúvida: da evolução do reator PWR para o modelo em questão, sendo bastante sofisticada exemplificando a eficiência individual de cada tubo que armazena o combustível, de como é fácil trabalhar com os bastões sendo retirados individualmente e os motivos, na visão deles, para construção da usina (MEDVEDEV, 1987).
Examinando em fontes publicadas no período, que para outros pesquisadores do assunto tudo não passou de mais um erro grotesco do sistema comunista. É certo que a utilização do reator RBMK “Reactor Bolshoy Moshchnosty Kanalny” (reator de canaletas de alta potência) devia-se a vários fatores, tanto econômico, político e militar, mas sem dúvida os especialistas vermelhos eram capazes de aplicar os conhecimentos matemáticos, técnicos e científicos na criação de usinas assim como os engenheiros ocidentais.
Produzir plutônio era um orgulho para a engenharia da União Soviética, sendo totalmente projetada pelos especialistas vermelhos e sendo alimentado de urânio com menor índice de enriquecimento.
Para reduzir os riscos com o urânio, a maioria dos reatores ocidentais esfriados com água usa urânio altamente enriquecido, a taxa de 3,5%. Para economizar, os russos planejaram a usina de Chernobyl com reatores onde o urânio está enriquecido a 1,8% e é guardado dentro de blocos de grafite. O grafite é colocado em torno do urânio para manter a eficiência da operação (REVISTA VEJA, 1986, p. 39).
A facilidade na troca do combustível feita por um guindaste sobre trilho também foi fator importante para utilização deste modelo de reator, já que não era necessário o desligamento total do reator, a queima não acontecia de forma regular. O núcleo sofria maior deteorização se comparadas com as extremidades, então era necessário fazer várias trocas, tornando este ponto do sistema desfavorável. À medida que substituía as varetas era necessário fazer perfurações enfraquecendo a tampa do reator. O tamanho do reator e a ponte móvel impedia a construção de um vasilhame metálico de contenção que cobrisse toda a estrutura (GROSS, 1987).
A única proteção era uma tampa de cimento que pesava em torno de 700 toneladas. Ainda assim esse modelo foi implementado em outros locais da URSS, o que trazia a instabilidade do reator era ser operado em baixa potência e os engenheiros soviéticos não tinham conhecimento até o acidente.

Discente: Érida Cardoso Alecrim

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Consequências

No dia 25 de abril de 1986, um dia antes do desastre, os engenheiros responsáveis pelo reator 4 de Chernobyl iniciaram um teste de rotina, esse teste consistia em determinar quanto tempo as turbinas demorariam a girar e fornecer energia às principais bombas de circulação após a sequência de perda de energia elétrica.

O teste fora realizado um ano antes, mas a equipe não conseguirá medir a tensão da turbina. Assim, no dia seguinte, havia uma série de ações programadas, incluindo a desativação dos mecanismos de desligamento automático.

O reator, porém, ficou instável e houve a liberação de uma onda de energia, causando a cobertura do reator, uma estrutura de mil toneladas ,gerando rompimento dos canais de combustíveis.
Como a liberação de material radioativo da usina ocorreu por, pelo menos, dez dias, mais de 9 mil pessoas morreram em decorrência da exposição ao césio-137 e ao iodo-131,no entanto o esforço para conter a poeira radioativa que se levantou sobre o antigo território soviético ainda persistem. Em novembro de 2016, o governo da Ucrânia reforçou o Sarcófago de Chernobyl com a instalação do New Safe Confinement, é uma estrutura de 108 metros de altura por 257 de largura e que pesa 36 mil toneladas.

Projetado para impedir que a radiação liberada pelo reator número 4 da usina se espalhasse ainda mais, o sarcófago original demorou cinco meses para ficar pronto, entre junho e novembro de 1986. Foram utilizados 400 mil metros cúbicos de concreto e 7,3 mil toneladas de estrutura metálica.

Tudo foi infectado, o ar, o solo e os residentes do local, causando defeitos de nascença e câncer de tireoide em crianças, e desencadeando mutações grotescas em gerações. No entanto aquele local ainda serve de lar para um grupo de aproximadamente 140 pessoas, é também um lembrete sobre o preço humano que se paga por decisões de um governo excessivamente arrogante.

Entre os responsáveis pelo trágico acontecimento, Fomin, ele tentou se matar durante o próprio julgamento, usando as lentes de seu óculos para cortar os pulsos.
Ele passou um ano na cadeia, até ser transferido para uma instituição psiquiátrica após ter um surto mental, Bryuhkanov foi sentenciado a 10 anos de prisão. Dyatlov estava no reator 4 durante o momento da explosão, e passou o resto da vida com complicações médicas em decorrência da quantidade de radiação a qual foi exposto. Ele morreu em 1995, mas manteve sua inocência e culpou a mecânica defeituosa da usina pelo desastre.

Aluna: Helem Janai De Souza Conceição

https://m.brasilescola.uol.com.br/amp/historia/chernobyl-acidente-nuclear.htm
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2020/04/13/interna_mundo,844352/amp.html

O Gerenciamento da crise

No dia 26 de abril de 1986, às 1h23min, o reator 4 da usina de Chernobyl explodiu. E queimou por 10 dias, enquanto a chuva e a fumaça alastraram a radiação.

Logo depois da explosão, os bombeiros de Pripyat foram convocados para apagar o incêndio. Como o trabalho dos bombeiros não trouxe resultados, decidiu-se jogar materiais, como areia e boro, para conter o incêndio e diminuir a dispersão do material radioativo. Mas a população só começou a ser evacuada 36 horas depois. A cidade, localizada no norte da atual Ucrânia, contava na época com cerca de 50 mil habitantes, que foram evacuados em 1200 ônibus enviados pelo governo soviético.

Foram orientados a não levar seus pertences e informados de que se tratava de uma evacuação temporária. Os habitantes de Pripyat foram obrigados a abandonar alimentos e animais domésticos. Além disso, governo soviético criou uma zona de exclusão, a qual incluía locais que apresentavam alto risco para a presença humana. Com isso, tudo em um raio de 30 km de distância da usina de Chernobyl foi evacuado.

Um mês e meio depois, 600.000 pessoas foram mobilizadas pelas autoridades soviéticas para lidar com as consequências do acidente (Bombeiros, mineiros, limpadores, operários e cientistas) e ficaram conhecidos como liquidadores.

No início, a situação estava um pouco mais clara para os cientistas, e o plano era fechar o reator envolvido para evitar que a radiação se espalhasse para o mundo inteiro e limpar os arredores. Ofereciam para as pessoas melhores condições de vida e bons salários para que fossem rumo a Chernobyl, e organizavam os turnos em função da exposição à radiação. Os que trabalharam na limpeza do teto da usina ficaram conhecidos como “biorrobôs”. Por fim, o trabalho de contenção contou com a construção de uma estrutura que faria a contenção do material radioativo. Essa estrutura ficou conhecida como sarcófago de Chernobyl e foi construída entre junho e novembro de 1986.

Os primeiros a alertar a comunidade internacional de que algo havia acontecido na União Soviética foram os suecos. Os questionamentos realizados ao governo soviético levaram-no a admitir que o acidente havia acontecido no dia 28 de abril. Até então, os soviéticos trataram de esconder o que havia acontecido, temendo os impactos disso para a reputação do país.


Aluna: Lirith Câmara

Referências
Disponível em:<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/08/internacional/1560020430_159280.html>acesso em: 28/04/20.
Disponível em:<https://brasilescola.uol.com.br/historia/chernobyl-acidente-nuclear.htm>acesso em: 29/04/20.

Chernobyl: Impactos

As consequências do acidente de Chernobyl foram avassaladoras, e os países mais afetados pela explosão foram a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia, sendo todos eles antigas repúblicas da União Soviética.
Após o acidente nuclear, estima-se que a liberação de material radioativo da usina ocorreu por, pelo menos, dez dias, o que contribuiu para os impactos devastadores deixados após a explosão.

IMPACTOS NA SAÚDE


Um dos impactos mais importantes em decorrência do acidente foi na saúde. Além das vítimas da explosão, a exposição a diferentes níveis de radiação fez com que ao longo dos anos várias enfermidades surgissem, dentre elas, o câncer.

Segundo alguns estudos, até 2005, cerca de 6 mil crianças desenvolveram câncer de tireoide em consequência da exposição à radiação. Existem também evidências que apontam o crescimento na taxa de doentes por leucemia, e outras formas de câncer igualmente agressivas.

Novas pesquisas apontaram ainda  que a incidência de câncer de tireoide em crianças aumentou 40 vezes desde a explosão, em adultos, a taxa aumentou em até 7 vezes. Além das doenças advindas da exposição ao material radioativo, o impacto psicológico do acidente foi gigantesco sobre milhares de pessoas que perderam tudo repentinamente e foram obrigadas a abandonar suas vidas.

Após o acidente a URSS tentou encobrir o que havia acontecido, dessa forma, até hoje gira uma polêmica em torno da quantidade real de pessoas que morreram por conta do acidente de Chernobyl. Entre as estatísticas levantadas, aponta-se que dois trabalhadores morreram durante a explosão, 29 morreram dias depois do acidente pela exposição à radiação e outros 18 morreram por doenças causadas pelo contato com a radiação. Porém, existem estudos que sugerem que, até 2006, cerca de 4 mil pessoas tenham morrido em consequência do acidente, mas existem estudos que sugerem números de mortes mais elevados. Alguns estudos sugerem 9 mil, 16 mil, 60 mil, e existem estudos que apontam que até 90 mil pessoas possam ter morrido por causa do acidente.

IMPACTOS AMBIENTAIS


Os impactos ambientais em função do acidente foram muitos. Imediatamente após o acidente, vários países suspenderam a importação de produtos agrícolas, e até hoje, não é recomendável consumir qualquer alimento que tenha origem naquele território. 

Acredita-se que de 13% a 30% do material radioativo do reator 4 tenha sido lançado na atmosfera e, desse material, cerca de 60% dele concentrou-se no território da Bielorrússia, tornando-se assim, o país mais afetado pelo acidente.

 Cerca de 23% do território bielorrusso foi contaminado e, com isso, o país perdeu cerca de 264 mil hectares de terras cultiváveis por conta da radiação. Além disso, ¼ das florestas bielorrussas foram contaminadas e, atualmente, entre um e dois milhões de pessoas vivem em território contaminado. No caso da Ucrânia, 7% de seu território foi afetado, e na Rússia 1,5% do território foi atingido.

Os animais também sofreram com radiação. Há vários registros de animais que apresentam mutações genéticas, como peixes,  lobos e roedores de pequeno porte e até mesmo animais domesticados como gatos e bovinos.

As estimativas feitas por cientistas apontam que a região de Chernobyl deverá permanecer inabitada por até 20 mil anos até que se torne segura para a habitação humana. Apesar disso, existem evidências que apontam que algumas pessoas voltaram a morar na chamada “zona de exclusão”.

IMPACTOS POLÍTICOS E ECONÔMICOS


Nas questões políticas, o acidente de Chernobyl reforçou as medidas do governo de Mikhail Gorbachev (então presidente da URSS) de realizar o desarmamento nuclear da União Soviética.

Além disso, Chernobyl também contribuiu para a dissolução da URSS. Isso ocorreu porque houve impactos econômicos pesadíssimos para a União Soviética, já que após o acidente foram investidos US$ 41 bilhões na recuperação do país,  que se arrastava em uma crise econômica desde a década de 1970 e que viu sua situação agravar-se na década de 1980 com a Guerra do Afeganistão (1979-1989). Até mesmo Mikhail Gorbachev, em 2006, no aniversário de 20 anos da catástrofe, afirmou: “O derretimento nuclear em Chernobyl foi talvez a causa real do colapso da União Soviética”.

Mesmo anos depois do acidente nuclear, os países mais afetados ainda sentem o impacto na sua economia.

Até 2006 o governo ucraniano gastava de 5% a 7% do orçamento do país com despesas relacionados a Chernobyl. Já a Bielorrússia, somente em 1991, gastou cerca de 22,3% do orçamento do país com consequências de Chernobyl. Esse número foi reduzido para 6,1% do orçamento anual em 2002.

Aluna: Amanda Cristina.

https://www.google.com/amp/s/www.todamateria.com.br/acidente-de-chernobyl/amp/.

https://www.google.com/amp/s/m.brasilescla.uol.com.br/amp/historia/chernobylacidente-nuclear.htm.



Chernobyl nos dias de hoje

Hoje depois de 33 anos após esse grande acidente ocorrido, a zona de exclusão de Chernobyl é palco de um turismo que vem crescendo ao longo do tempo, mas apesar do estrago proporcionado, 32 anos depois do acidente a cidade começa a se reestruturar.
O número de turistas que procuram entrar na Zona de Exclusão de Chernobyl é um incentivo para várias empresas de turismo, é importante ressaltar que as visitas são guiadas e controladas durante o percurso.  Houveram algumas mortes no acidente, tanto na hora, como ao longo do tempo devido a exposição a altos níveis de exposição, mais de 70 mil pessoas apresentaram sequelas e 25 mil morreram. No entanto, Chernobyl ainda é uma cidade habitada por pessoas que não queriam deixar sua cidade natal e nem suas casas.

 Um depoimento de um morador diz que  “O segredo para uma vida longa, é nunca deixa a sua terra natal, mesmo que ela esteja envenenada”. Estudos apontam que cerca de 200.000km² foram contaminados pela radiação, mas moradores afirma viver bem e com tranquilidade. Outro aspecto que chama a atenção, é que assim como os humanos ainda habitam lá, ainda existem animais e plantas  que não possuem deformações e que aparentemente vive melhor do antes, quando existia uma aglomeração de pessoas e um crescimento grande nas residências e indústrias.

Estudos afirmam que o número de animais que vivem lá, é 7 vezes maior do que aqueles encontrados em parques protegidos. é possível concluir que a principal e maior causa de extinção de animais são os avanços na agricultura, nas cidades, nas indústrias que acabam afetando os mesmos .Por mais que Chernobyl tenha sido palco de um desastre aos poucos a cidade vai  se recuperando, abrindo espaço para o ressurgimento social e da natureza, mas sem dúvidas a marca desse desastre será visível para sempre na história e na vida das pessoas.

Aluna: Nanciele Santos

https://www.youtube.com/watch?v=T1y5Bj-rHz8
https://www.hipercultura.com/veja-como-e-a-vida-em-chernobyl/